Corrida de São Silvestre Usando a Corrente Crítica – post #1

Tenho dito, os 40’s me revelaram maturidade, auto-confiança, me apresentaram a vida em sua plenitude e, principalmente, … permitiram-me superar diversos desafios. Depois de pedalar pelo mundo afora, subir alguns picos entre os mais altos do país, depois de ganhar o campeonato brasileiro de trekking e tirar um segundo lugar numa das copas mais pesadas de corrida de aventura, acabei definindo meu mais novo objetivo, ainda em 2010 – correr os 15 Km da corrida Internacional de São Silvestre e cravar meu melhor tempo em provas de rua. Calma! Não estou querendo chegar à frente dos Quenianos, ainda.  

 Não pense que será fácil. Nunca corri mais que 12 Km em provas oficiais (ainda que em 2011 esteja planejando topar com algumas das principais meia maratonas do país) e nunca enfrentei uma ladeira como a da Avenida Brigadeiro Luis Antônio, em final de prova – ufa! Será um desafio complicado, mas, … eu acho que o mereço!

 Para atingir esse objetivo eu preparei um plano. Como todo bom Gerente de Projetos, eu sempre tenho um plano nas mãos ou, na pior das hipóteses, carrego no bolso do colete, uma contingência bem delineada.

 A situação é a seguinte: Vou tratar a corrida como um projeto, onde o percurso de 15 Km será dividido em trechos seqüenciais (relação finish to start) caracterizados por níveis diferentes de complexidade. Tentarei superar cada trecho como se fosse uma atividade do projeto, dentro do tempo estimado para completar cada um deles. Entretanto, penso em aplicar o Método da Corrente Crítica (CCPM) para conseguir terminar o percurso em tempo menor do que a minha estimativa realista. Os conceitos de pulmões (buffers) e do gerenciamento de pulmões serão literalmente aplicados e com integridade conceitual à teoria da CCPM.

 Minha idéia é publicar aqui no ‘Blog do Soler’ o plano integral do projeto e os resultados ‘on line’ do seu acompanhamento, de modo a promover um debate entre interessados. Estou convicto de que os conceitos se encaixam com perfeição e, ao final, terei ilustrado, usando a mim mesmo como cobaia, a máxima de que um planejamento adequado de projeto pode levar a resultados igualmente adequados, ainda mais usando o Método da Corrente Crítica. 

 Fique atento e avise seus colegas interessados. Os próximos posts deste blog serão:

 P2: A corrida vista sob a ótica de um projeto – Ilustração simplória, porém direta e adequada de um projeto de construção de obras lineares, seqüenciais, trecheiras (estradas, dutos, etc)

P3: Definição e estimativa dos ‘meus’ tempos para cada trecho do percurso

P4: O cronograma estimado da ‘minha’ corrida apresentado em  Corrente Crítica

P5: O processo de acompanhamento da execução da corrida através do Método da Corrente Crítica  

 Alonso Mazini Soler, PMP – Profissional de Projetos, Professor de MBAs e Autor de livros de Gerenciamento de Projetos

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One Response to Corrida de São Silvestre Usando a Corrente Crítica – post #1

  1. […] vários usos do gerenciamento de projetos aplicado aos esportes (Veja Alonso Soler – Corrente Crítica na São Silvestre). Pode parecer uma simples brincadeira, mas é algo muito bacana. Planejar adequadamente nos motiva […]

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