e-BOOK – GESTÃO ORÇAMENTÁRIA DE EMPREENDIMENTOS

setembro 2, 2018

A Gestão Orçamentária eficiente é um dos principais fundamentos que contribuem para o alcance dos resultados financeiros de um Empreendimento de Construção. A padronização dos processos e diretrizes da Gestão Orçamentária visa conferir maior previsibilidade e transparência à contabilização dos resultados dos empreendimentos, facilitando e agilizando a tomada de decisões relacionadas aos seus custos.

Clique no link e baixe gratuitamente o e-book que descreve processos e diretrizes da Gestão Orçamentária (estruturação, controle e manutenção orçamentária) de Empreendimentos de Construção, visando equalizar a coleta e a alimentação de bases de dados, o uso padronizado de sistemas de informação, bem como a consolidação e a análise (situação, progresso e previsão) do desempenho dos custos, permitindo a tomada de decisões mais adequadas ao sucesso dos empreendimentos.

GESTÃO ORÇAMENTÁRIA DE EMPREENDIMENTOS

Por:

Alonso Mazini Soler, Doutor em Engenharia de Produção POLI/USP, Professor da Pós Graduação do Insper, da FIA e da Plataforma LIT Saint Paul. Sócio da Schédio Engenharia Consultiva – alonso.soler@schedio.com.br

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e-BOOK – GESTÃO DO CONHECIMENTO NO AMBIENTE DE CONSTRUÇÃO

agosto 26, 2018

Gestão do Conhecimento é um conceito que se fundamenta no processo de aprendizagem organizacional. Trata-se de um trabalho através do qual a empresa gera internamente (ou adota), absorve e reutiliza o conhecimento, visando buscar a excelência e alavancar seu desempenho operacional de modo eficiente.

A Gestão do Conhecimento fundamenta-se no princípio de que é economicamente mais vantajoso para a empresa reutilizar o conhecimento extraído de suas próprias experiências, da bagagem de conhecimentos tácito de seus Colaboradores e do conhecimento considerado adequado quando disponibilizado pelo ambiente externo do que, a todo o momento, ter que redescobrir novas soluções para problemas sistêmicos e arcar com o ônus de repetir erros já cometidos anteriormente.

A Gestão do Conhecimento visa impactar positivamente o desempenho operacional e o incremento do Capital Intelectual da empresa, o que, por consequência se estende aos resultados financeiros e à sua valorização de mercado.

Além disso, a formalização das experiências, bem ou mal sucedidas, e das competências e habilidades adquiridas pelos Colaboradores durante seu aprendizado, acabam por permanecer e se enraizar dentro da empresa.

Clique no link e baixe o e-book Gestão do Conhecimento que sintetiza as principais definições e processos pertinentes ao tema ao longo do fluxo de geração, coleta, armazenamento, manutenção, disseminação e reutilização de novos conhecimentos, visando a sua incorporação à Cultura e a contabilização ao Capital Intelectual da empresa.

GESTÃO DO CONHECIMENTO

Por:

Alonso Mazini Soler, Doutor em Engenharia de Produção POLI/USP, Professor da Pós Graduação do Insper, da FIA e da Plataforma LIT Saint Paul. Sócio da Schédio Engenharia Consultiva – alonso.soler@schedio.com.br

 

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e-BOOK – GESTÃO CONTRATUAL DE OBRAS

agosto 13, 2018

A gestão Contratual trata da observância ostensiva dos termos estabelecidos num contrato de execução de um empreendimento de Construção.

O fundamento básico de um contrato, tal como definido pelo artigo 66 da Lei nº. 8.666/1993, que dispõe de normas gerais sobre licitações e contratos da Administração Pública, estabelece que o contrato “deverá ser executado fielmente pelas partes, de acordo com as cláusulas avençadas e as normas das respectivas leis, respondendo cada parte pelas consequências de sua inexecução, total ou parcial”.

Entretanto, devido às complexidades intrínsecas que acercam os empreendimentos de construção, via de regra, esse tipo de contrato dificilmente é executado dentro da totalidade dos parâmetros estabelecidos, propiciando desvios, necessidades de mudanças e potenciais litígios entre as partes.

A Gestão Contratual é a maneira mais adequada para que as partes garantam o cumprimento de todas as suas obrigações, exercendo os seus direitos e recebendo tudo a que se faz jus pelos serviços prestados e recebidos.

A gestão contratual aborda, o acompanhamento, o controle e a fiscalização da execução das obras, e se estende, desde a concepção do edital da licitação até a entrega e o recebimento integral do objeto contratado

Clique no link e baixe o e-book Gestão Contratual que sintetiza o escopo da Gestão Contratual em cada fase do Ciclo de Vida típico de um empreendimento de construção.

GESTÃO CONTRATUAL

Por:

Alonso Mazini Soler, Doutor em Engenharia de Produção POLI/USP, Professor da Pós Graduação do Insper, da FIA e da Plataforma LIT Saint Paul. Sócio da Schédio Engenharia Consultiva – alonso.soler@schedio.com.br

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O PAINEL DE INDICADORES GERENCIAIS DO EMPREENDIMENTO

agosto 5, 2018

O Painel de Indicadores Gerenciais (ou, dashboards) é uma componente fundamental de gestão dos empreendimentos de construção. Através da compilação de números, gráficos e cores dispostos em poucas telas de fácil manuseio e visualização, o gestor dispõe de uma visão consolidada periódica das informações de desempenho do seu empreendimento proporcionando subsídios concretos para a avaliação da situação atual e da tendência de desempenho futuro do empreendimento, subsidiando a tomada de decisões preventivas e corretivas compatíveis com os objetivos de sucesso de sua gestão.

Atualmente, mais do que a consideração de modismo tecnológico, o Painel de Indicadores Gerenciais representa um diferencial para as empresas de construção.

Indicadores de Desempenho

Os indicadores que compõem um painel refletem os interesses estratégicos e operacionais de desempenho que se almeja alcançar por um empreendimento e costumam ser agrupados sobre duas perspectivas: (a) Perspectiva de desempenho Físico, Econômico e Financeiro e, (b) Perspectiva de desempenho Estratégicos.

A tabela abaixo ilustra o agrupamento de alguns indicadores representativos em ambas as perspectivas:

Blog - Figura 1

A Identidade dos Indicadores de Desempenho

Para que possam ser coletados e analisados de forma comparativa periódica, cada um dos indicadores que compõe o Painel de Indicadores Gerenciais deve ser detalhado e normatizado. A Identidade do Indicador sintetiza sua descrição de forma padrão. A tabela abaixo ilustra a representação de uma dessas identidades:

Blog - Figura 2 a

Blog - Figura 2 b

Compromissos de Gestão

O Painel de Indicadores Gerenciais costuma ser utilizado, ainda, como fundamento principal, objetivo e transparente, do acompanhamento e cálculo dos compromissos e acordos de participação nos lucros e resultados, promovidos pela empresa de construção com a equipe gerencial do empreendimento, em contrapartida ao alcance dos resultados combinados.

Fortalecimento da Boa Governança

Em sintonia com a frase icônica de Deming “não se gerencia o que não se mede, não se mede o que não se define, não se define o que não se entende, e não há sucesso no que não se gerencia”, o Painel de Indicadores Gerenciais, devido à sua objetividade e transparência, representa o fortalecimento da boa governança e o retorno do empoderamento da competência e da eficiência profissional dos Gestores do empreendimento em substituição às manipulações obscuras realizadas na gestão dos contratos de construção.

Por:

Alonso Mazini Soler, Doutor em Engenharia de Produção POLI/USP, Professor da Pós Graduação do Insper, da FIA e da Plataforma LIT Saint Paul. Sócio da Schédio Engenharia Consultiva – alonso.soler@schedio.com.br

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NA OBRA, A TECNOLOGIA É BEM-VINDA, MAS NÃO SE BASTA

julho 29, 2018

Passada a tormenta que assolou o segmento de negócios e a quase extinção das grandes obras de infraestrutura nos últimos anos, retomei esta semana o trabalho em uma grande obra rodoviária de dimensões exponenciais no histórico nacional – o maior túnel, a maior extensão de túneis, etc.

Curioso e apaixonado pelo trabalho no canteiro e pelo projeto em si, procurei analisar as diferenças desde a última vez que calcei as botas de EPI há dois anos atrás.

Governança e Compliance

 Em primeiro lugar, é nítida a observação de processos relacionados à governança e ao compliance – a rigorosidade dos detalhes e das exigências, a transparência das negociações, o cuidado com as relações pessoais e o extremo profissionalismo aplicado às contratações. Seriedade e respeito ao bem público e seus benefícios à sociedade que nunca deveriam ter faltado.

Tecnologia disruptiva

Foi maravilhoso perceber a obra pela ótica da utilização de novas tecnologias. Equipamentos extremamente sofisticados, importados e caros realizam de modo autônomo o trabalho que antes era feito por dezenas (centenas??) de profissionais contratados. Salas de comando e controle que monitoram de modo remoto o avanço e a qualidade da obra a partir de dados emitidos por sensores remotos e drones que se revezam na supervisão do desempenho. Sistemas complexos que analisam dados coletados, avaliam automaticamente condições adversas e emitem alertas técnicos e de gestão – sinalizadores coloridos, gráficos, curvas e sons que antes eram elaborados e processados por profissionais experientes, agora emergem dos monitores indicando com grande precisão o que deve ser feito a seguir. Um novo mundo construído à semelhança das novas regras e exigências da atualidade. Mais limpo, direto, rápido e menos sujeito as subjetividades e intemperanças humanas.

Tinha gente também!!!

Mas não pensem que só percebi mudanças inovadoras disruptivas. Lá estavam, ainda, mais de 2 mil trabalhadores, de carne, osso, botas e capacete. Tal como sempre convivi, trabalhavam incansavelmente instalando, conduzindo e posicionando equipamentos, manuseando ferramentas, carregando, puxando, cavando, batendo, executando tarefas de diferentes níveis de complexidade, sinalizando a segurança, gerindo os recursos, supervisionando, etc. … tomando decisões.

A obra do futuro

Os novos ares, do novo canteiro me fez reavaliar minha visão sobre o futuro. Erra quem acredita que a obra do futuro se limitará apenas à utilização de tecnologia. Dificilmente a máquina será capaz de trabalhar em equipe, acumular experiência, produzir e utilizar o conhecimento tácito, se motivar, pensar e agir como o trabalhador profissional, humano!

Erra quem aposta apenas nas mudanças promovidas apenas pelas novas gerações digitalmente nativa e empoderadas pelas inovações tecnológicas disponíveis. Há que se valorizar a experiência de quem já fez um dia e a sua capacidade de lidar com os imprevistos. Uma grande obra de construção de infraestrutura não se limita ao algoritmo previsível de um programa de computador.

Por:

Alonso Mazini Soler, Doutor em Engenharia de Produção POLI/USP, Professor da Pós Graduação do Insper, da FIA e da Plataforma LIT Saint Paul. Sócio da Schédio Engenharia Consultiva – alonso.soler@schedio.com.br

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OBRAS PARALISADAS – UMA PAUTA NACIONAL

julho 8, 2018

Estatísticas oficiais do Ministério do Planejamento (Junho/2017) revelaram 2.796 obras paralisadas no Brasil que, na época, já haviam consumido mais de R$ 10,7 bilhões, deixando de oferecer qualquer benefício ou retorno devido à sociedade. Destas, 18,5% (517) referem-se a obras de infraestrutura (Saneamento, Aeroportos, Ferrovias, Hidrovias, Obras de Mobilidade Urbana, Portos e Rodovias), muitas das quais (191) foram paralisadas próximas de sua conclusão com grau de execução superior a 50%.

Diálogo da Indústria com os Candidatos à Presidência da República

O tema foi incluído em um conjunto de propostas elaborado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e entregue, na última quarta-feira (04/julho) aos Candidatos à Presidência da República. A gravidade do problema expõe a ineficiência da gestão pública no trato dos investimentos em infraestrutura e sugere a inclusão do tema na pauta estratégica das prioridades nacionais.

O documento esclarece que os principais motivos das paralisações de obras referem-se a problemas técnicos, abandono pelas empresas e dificuldades orçamentárias/financeiras, e recomenda 6 medidas para fazer frente ao problema, tanto dos projetos já iniciados que necessitam de um equacionamento imediato, quanto da mitigação do risco de paralisação de novos projetos. São elas:

1. Macroplanejamento

O documento menciona a atual precariedade do planejamento prévio de engenharia, prazos e riscos durante a seleção dos projetos, impactando na superficialidade das estimativas de seus custos e benefícios. Recomenda que o governo desenvolva melhores mecanismos de macroplanejamento multianual, envolvendo o controle social da decisão de viabilidade e atratividade dos projetos, assim como a consideração de diretrizes setoriais público-privadas, mitigando interferências políticas na seleção dos projetos.

2. Seleção da modalidade de execução do projeto

O documento menciona a atual falta de objetividade na justificativa de escolha do arranjo organizacional dos projetos. Sugere que a escolha da modalidade de execução do projeto, tal como uma obra pública, contratação integrada, concessão, PPP, etc. seja precedida de estudos objetivos de viabilidade, discutidos e tratados de forma transparente, adequada e nas esferas apropriadas de governo.

3. Microplanejamento

O documento recomenda atenção especial ao planejamento detalhado das obras em termos de seus projetos de engenharia, cronogramas, orçamentos, fontes de financiamento e avaliação de riscos, etc., extensível ao planejamento das desapropriações, das licenças ambientais e das potenciais interferências com os demais órgãos públicos intervenientes, assim como, o equacionamento das despesas e das responsabilidades de operação após a fase de inversão.

4. Fortalecimento das equipes responsáveis pelos projetos

O estudo sugere que as equipes de projeto sejam fortalecidas em termos de recursos humanos, softwares e equipamentos, potencializando melhorias no planejamento e no controle dos projetos.

5. Equilíbrio contratual

O estudo recomenda atenção na elaboração dos contratos evitando cláusulas e ponderações financeiras de serviços que potencializem desequilíbrios e, consequentemente, a geração de reinvindicações e litígios judiciais, assim como, o abandono intempestivo das obras pelas empresas contratadas.

6. Fortalecimento do controle interno

O estudo menciona o mau funcionamento dos órgãos de controle interno das instituições executoras como um problema potencial aos atrasos e custos adicionais observados. Recomenda, portanto, o fortalecimento desses órgãos e o estreitamento de suas relações com órgãos de controle externo.

Enfim…

O documento da CNI entregue aos presidenciáveis, em parte, fortalece a tese defendida por este blog que faz o advocacy da sociedade em favor de maior eficiência no trato com os investimentos públicos em obras. Por outro lado, o documento não oferece qualquer proposta diferente que fuja do conservadorismo típico do segmento, que se possa ser caracterizada como inovadora e que, realmente, traga algum alento à solução do problema.

Peca a CNI ao flertar com o aumento do poder de órgãos de controle interno e externo, esquecendo-se de mencionar que a burocracia imposta por tais instituições também são apontadas como causas relevantes de atrasos e paralisações de obras públicas. Não apenas isso, mas também, a rigorosidade como são tratados os desvios naturais de execução das obras pelos órgãos de controle, tende a promover o constrangimento do agente público contratante e a consequente judicialização da gestão contratual, desconsiderando o fato de que o planejamento de uma obra de infraestrutura, por melhor que seja realizado, ainda se constitui num exercício sujeito a imprecisões e a mudanças decorrentes de premissas e condições adotadas.

Peca ainda a CNI ao não levantar a bandeira da imediata adoção de novas tecnologias no encaminhamento do problema. A era da indústria 4.0 já está presente nos meios e modos de gestão do segmento da construção internacional e, atualmente, tende a ser visto como principal aliado da pacificação das relações entre o poder público contratante e interveniente, e seus contratados privados, potencializando a garantia de maior eficiência das obras, maiores retornos e benefícios à sociedade e ao contribuinte.

Por:

Alonso Mazini Soler, Doutor em Engenharia de Produção POLI/USP, Professor da Pós Graduação do Insper, da FIA e da Plataforma LIT Saint Paul. Sócio da Schédio Engenharia Consultiva – alonso.soler@schedio.com.br

#Construção #Obraspúblicas #Engenharia #Gestão #Blogdosoler

 


CONSTRUTECHS NA NUVEM, “AS A SERVICE”

junho 24, 2018

XaaS (“Anything as a Service” – pronuncia-se “Zaaz”), ou “tudo como serviço” é um conceito e uma tendência estratégica de negócios do mundo da Tecnologia da Informação que altera o modo de entrega de seus produtos – estes, deixam de ser comercializados como produtos físicos, tais como licenças de software e hardware, para serem ofertados como serviços, disponíveis na nuvem (“cloud computing”) e pagos através de contratos sob demanda.

Vantagens e desvantagens do Xaas

Essa tendência altera a contabilização dos recursos de TI que deixam de ser tratados como ativos de investimentos, inseridos no CAPEX da empresa, e passam a ser geridos como despesas do fluxo de caixa. Assim, a grande vantagem do XaaS, para quem contrata os serviços, reside na contenção de investimentos e a desimobilização de ativos, associados ao recebimento de serviços especializados e constantemente atualizados, pagos a preços razoáveis. Por outro lado, a principal desvantagem, aponta para o aumento das despesas correntes que oneram o fluxo de caixa mensal – um deslize nesse quesito tende a inviabilizar a empresa.

SmartContracts

Um contrato de serviços executado através da nuvem, garante às partes a observação estreita das condições negociadas de modo autônomo através da própria tecnologia, um perfeito exemplo de SmartContract, tal como este tem sido abordado nos últimos posts deste blog. Por um lado, o pagamento do preço acordado, na periodicidade acordada permite a continuidade na prestação de serviços, ou a sua interrupção, em caso contrário. Por outro lado, questões relacionadas ao desempenho dos serviços contratados, suas integrações, questões de segurança e de suporte técnico asseguram ao contratante o nível de serviços contratado.

Serviços padronizados e parametrizáveis

O ecossistema das startups, particularmente daquelas voltadas à indústria da construção, tende a se beneficiar e se orientar para a prestação de serviços padronizados e parametrizáveis, através da nuvem (“as a service”). Perceba que o adjetivo “padronizado”, não impõe uma limitação ao escopo contratado, mas sim, à possibilidade de customização do serviço contratado aos parâmetros demandados, permitindo a mediação remota da tecnologia e a digitalização intensiva da gestão (com todas as suas vantagens e desvantagens intrínsecas), desvinculadas do contato físico e subjetivo humano.

Construtechs na nuvem, “as a Service”.

É o caso, por exemplo, de se conceber a modelagem e a compatibilização dos projetos de arquitetura e engenharia como serviços ofertados na nuvem, ou ainda, serviços de procura, compra e a contratação de recursos (equipamentos e materiais) adequados e a menor custo para as obras, ou ainda, serviços remotos de automação dos canteiros através de dispositivos móveis e sensores vestíveis inteligentes, assim como, serviços de gestão dos contratos e de documentos, etc.

A tendência da construção se desloca da disposição concentrada de funcionários para a agregação de serviços integrados contratados na nuvem e pagos sob demanda.

O céu é o limite

Inovação tecnológica tem sido considerado o pavimento firme para o futuro do segmento da construção, capaz de garantir maior eficiência, transparência e lisura nas operações técnicas e de gestão.

Mas o fundamento de qualquer inovação tecnológica está associado a escalabilidade exponencial da ideia. Não é qualquer epifania empreendedora que alavancará um protótipo, e aqui reside a oferta remota de serviços na nuvem (“as a service”) como facilitadora do processo de viabilização das Construtechs.

Por:

Alonso Mazini Soler, Doutor em Engenharia de Produção POLI/USP, Professor da Pós Graduação do Insper e da Plataforma LIT Saint Paul. Sócio da Schédio Engenharia Consultiva – alonso.soler@schedio.com.br

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#Construção #Inovação #Construtechs