A TECNOLOGIA TERÁ FORÇA PARA DEFINIR A BOA ENGENHARIA?

dezembro 2, 2018

Entrevista ao PORTAL MASSA CINZENTA – 29 NOV 2018

Na entrevista dada ao Portal Massa Cinzenta faço uma reflexão sobre o impacto da Indústria 4.0 na construção civil. Como será alcançado o equilíbrio entre homem e máquina no canteiro de obras? Alerto para que o Engenheiro Civil não lute ou imponha resistência contrária à tecnologia, mas que aprenda a conviver com ela, tirando proveito de suas potencialidades.

Leia a entrevista na íntegra em: http://www.cimentoitambe.com.br/tecnologia-tera-forca-para-definir-a-boa-engenharia/

Por:

Alonso Mazini Soler, Doutor em Engenharia de Produção POLI/USP, Professor da Pós-Graduação do Insper, FIA e do LIT Saint Paul. Sócio da Schédio Engenharia Consultiva – alonso.soler@schedio.com.br

 

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COMO COLOCAR EM PRÁTICA A GESTÃO SUSTENTÁVEL DE PROJETOS ?

dezembro 2, 2018

Entrevista à Revista EXAME VOCÊ RH – 22 OUT 2018

Em uma entrevista à VOCÊ RH, faço a defesa da adoção da gestão sustentável na rotina e nos projetos das empresas – um novo paradigma de administração que aproveite o poder de influência dos negócios a serviço de uma sociedade sustentável e mais justa e fraterna.

Leia a entrevista na íntegra em:

https://exame.abril.com.br/negocios/como-colocar-em-pratica-a-gestao-sustentavel-de-projetos/?fbclid=IwAR2ELSBvOz87bePkCAK4wxWcHR_2ZeURZRSDpMwGTNmkAVKgkyTakFUVJ1c

Por:

Alonso Mazini Soler, Doutor em Engenharia de Produção POLI/USP, Professor da Pós-Graduação do Insper, FIA e do LIT Saint Paul. Sócio da Schédio Engenharia Consultiva – alonso.soler@schedio.com.br

 

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O PROTAGONISMO E A AUTONOMIA DO ALUNO NAS ABORDAGENS ATIVAS DE ENSINO

outubro 14, 2018

Reconhecer que o aluno mudou devido ao seu ingresso no ambiente digital e que, consequentemente, mudou também o seu modo de aprender, é um dos grandes desafios do professor do ensino superior na atualidade, tanto quanto, o reconhecimento de que seus métodos tradicionais de ensino foram superados e que eles devem ser adaptados e evoluídos no sentido do atendimento das demandas desse (novo) aluno.

Desse modo, o (novo) professor necessita ampliar e diversificar o seu repertório de abordagens didáticas para que sejam mais ativas, no que se refere a fazerem mais sentido e estarem adaptadas ao contexto de vida, à forma e ao ritmo de aprendizado do seu aluno.

Metodologias ativas de ensino para a aprendizagem

Bacich e Moran (2018) mencionam que as “Metodologias Ativas possibilitam transformar aulas em experiências de aprendizagem mais vivas e significativas para os estudantes da cultura digital, cujas expectativas em relação ao ensino, à aprendizagem e ao próprio desenvolvimento e formação são diferentes do que expressavam as gerações anteriores”.

Novos papeis para o professor, aluno e a escola

Nas abordagens ativas, o aluno torna-se o protagonista principal e o maior responsável pelo seu processo individual de aprendizagem, enquanto o professor, passa a mediar esse processo, através da contextualização, curadoria e construção lógica do conteúdo. O objetivo principal das abordagens ativas é incentivar o aluno a desenvolver a sua capacidade individual de aprendizagem de maneira autônoma.

Assim, a adoção de abordagens ativas no processo de ensino-aprendizagem, pressupõe a mudança de papeis da tríade Professor-Aluno-Escola.

Os papeis do professor e a escola são mais previsíveis e relativamente controláveis

No que tange ao novo papel do professor, este tem sido bem discutido e parece já ter sido bem definido, ainda que esteja distante de estar sendo adotado. O professor interage diretamente e percebe com certa insegurança as mudanças aceleradas de dinâmica havidas na sala de aula, esforçando-se para se adaptar ao novo modelo, muitas vezes, sem dispor de material adequado ou de qualquer apoio ao seu desenvolvimento profissional.

Já o papel da escola nesse processo parece ser dúbio. Por um lado, reconhece que algo não vai bem na dinâmica de ensino e aprendizagem e, por isso, incentiva a proposição de algumas mudanças controláveis, por outro lado, se reconhece impedida de agir de modo mais inovador ou disruptivo por força das legislações que a afetam e dos processos regulatórios do ensino, além do custo operacional adicional proporcionado pela requalificação de seus colaboradores e do aparelhamento material digital de sua operação.

Bem ou mal, os ajustes nos papeis do professor e da escola tendem a residir num patamar previsível e relativamente controlável.

O papel do aluno é mais complexo e difícil

Entretanto, o novo papel do aluno parece ser mais complexo de ser entendido e de ser incorporado à nova dinâmica. Sem que tivesse demandado algo semelhante e sem registro em seu histórico de 20 anos (em média) frequentando uma escola, ao aluno foram atribuídas novas, e infinitamente maiores, responsabilidades relacionadas a sua presumida autonomia e protagonismo.

Deixar de ser um sujeito passivo no processo

Teoricamente, o aluno terá que dispor de seu papel passivo na relação de aprendizagem, deixando de, simplesmente, acompanhar o conteúdo exposto pelo professor por meio de aulas expositivas, melhores ou piores, e de se preocupar prioritariamente com as provas periódicas, culpando o professor e sua aula pelo mal desempenho.

Diferentemente de sua experiência histórica, a partir de então, o aluno será desafiado a percorrer caminhos desconhecidos e individualizados para a absorção do conteúdo fora e dentro da sala de aula – estará mais livre para aprender as matérias na extensão e na profundidade que desejar.

Obviamente, contará com a orientação e mediação do (novo) professor que, se bem integrado ao modelo, se ocupará de indicar as melhores fontes de consulta onde ele poderá se apropriar do melhor conteúdo de forma mais direta, dinâmica, provida de propósitos e compatível com seus aparatos digitais. Será recebido em sala de aula por um professor disposto a sanar as suas dúvidas, aprofundar o conteúdo e contextualizar a matéria.

Por outro lado, para que o processo aconteça de modo efetivo, o aluno precisará dispor de vontade e motivação próprias para se debruçar nas sugestões iniciais do professor e conseguir amealhar as suas dúvidas individuais, além de elaborar as suas produções individuais e coletivas, pois, sem elas, não conseguirá acompanhar a aula presencial do professor – terá que aprender a aprender, rapidamente, ou estará alijado do processo.

O preço da liberdade do aluno de aprender de modo individualizado e com significado é o exercício responsável de sua própria autonomia.

Desse modo, professores e escolas questionam se a mudança que eles terão que promover no processo de ensino-aprendizagem, em prol de uma educação inovadora, será acompanhada adequadamente pela mudança de comportamento do aluno. O aluno, que sempre foi passivo no processo, aceitará as novas responsabilidades decorrentes com seu protagonismo? Essas responsabilidades são realmente condizentes com sua maturidade neuro-hormonal? As propostas e abordagens ativas de ensino dos professores serão bem aceitas e acatadas, sob o risco de inviabilizarem o planejamento de aulas do professor e a condução da matéria? A decisão pela adoção de abordagens ativas poderá acarretar problemas de reclamações e evasão à escola? Etc.

O grande desafio. Que venha o novo!

O grande desafio que emerge é prever como o aluno se comportará diante da responsabilidade de seu protagonismo e autonomia no contexto da educação inovadora, e como o professor e a escola deverão se posicionar de modo a favorecer e facilitar essa mudança.

Por:

Alonso Mazini Soler, Doutor em Engenharia de Produção POLI/USP, Professor da Pós Graduação do Insper, da FIA e da Plataforma LIT Saint Paul. Sócio da Schédio Engenharia Consultiva – alonso.soler@ schedio.com.br

#Educação #Inovação #metodologias ativas #blogdosoler


e-BOOK – GESTÃO ORÇAMENTÁRIA DE EMPREENDIMENTOS

setembro 2, 2018

A Gestão Orçamentária eficiente é um dos principais fundamentos que contribuem para o alcance dos resultados financeiros de um Empreendimento de Construção. A padronização dos processos e diretrizes da Gestão Orçamentária visa conferir maior previsibilidade e transparência à contabilização dos resultados dos empreendimentos, facilitando e agilizando a tomada de decisões relacionadas aos seus custos.

Clique no link e baixe gratuitamente o e-book que descreve processos e diretrizes da Gestão Orçamentária (estruturação, controle e manutenção orçamentária) de Empreendimentos de Construção, visando equalizar a coleta e a alimentação de bases de dados, o uso padronizado de sistemas de informação, bem como a consolidação e a análise (situação, progresso e previsão) do desempenho dos custos, permitindo a tomada de decisões mais adequadas ao sucesso dos empreendimentos.

GESTÃO ORÇAMENTÁRIA DE EMPREENDIMENTOS

Por:

Alonso Mazini Soler, Doutor em Engenharia de Produção POLI/USP, Professor da Pós Graduação do Insper, da FIA e da Plataforma LIT Saint Paul. Sócio da Schédio Engenharia Consultiva – alonso.soler@schedio.com.br

#gestãoorçamentária #gestãocontratual #contratos #construção #obraspúblicas #engenharia #gestão #blogdosoler


e-BOOK – GESTÃO DO CONHECIMENTO NO AMBIENTE DE CONSTRUÇÃO

agosto 26, 2018

Gestão do Conhecimento é um conceito que se fundamenta no processo de aprendizagem organizacional. Trata-se de um trabalho através do qual a empresa gera internamente (ou adota), absorve e reutiliza o conhecimento, visando buscar a excelência e alavancar seu desempenho operacional de modo eficiente.

A Gestão do Conhecimento fundamenta-se no princípio de que é economicamente mais vantajoso para a empresa reutilizar o conhecimento extraído de suas próprias experiências, da bagagem de conhecimentos tácito de seus Colaboradores e do conhecimento considerado adequado quando disponibilizado pelo ambiente externo do que, a todo o momento, ter que redescobrir novas soluções para problemas sistêmicos e arcar com o ônus de repetir erros já cometidos anteriormente.

A Gestão do Conhecimento visa impactar positivamente o desempenho operacional e o incremento do Capital Intelectual da empresa, o que, por consequência se estende aos resultados financeiros e à sua valorização de mercado.

Além disso, a formalização das experiências, bem ou mal sucedidas, e das competências e habilidades adquiridas pelos Colaboradores durante seu aprendizado, acabam por permanecer e se enraizar dentro da empresa.

Clique no link e baixe o e-book Gestão do Conhecimento que sintetiza as principais definições e processos pertinentes ao tema ao longo do fluxo de geração, coleta, armazenamento, manutenção, disseminação e reutilização de novos conhecimentos, visando a sua incorporação à Cultura e a contabilização ao Capital Intelectual da empresa.

GESTÃO DO CONHECIMENTO

Por:

Alonso Mazini Soler, Doutor em Engenharia de Produção POLI/USP, Professor da Pós Graduação do Insper, da FIA e da Plataforma LIT Saint Paul. Sócio da Schédio Engenharia Consultiva – alonso.soler@schedio.com.br

 

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e-BOOK – GESTÃO CONTRATUAL DE OBRAS

agosto 13, 2018

A gestão Contratual trata da observância ostensiva dos termos estabelecidos num contrato de execução de um empreendimento de Construção.

O fundamento básico de um contrato, tal como definido pelo artigo 66 da Lei nº. 8.666/1993, que dispõe de normas gerais sobre licitações e contratos da Administração Pública, estabelece que o contrato “deverá ser executado fielmente pelas partes, de acordo com as cláusulas avençadas e as normas das respectivas leis, respondendo cada parte pelas consequências de sua inexecução, total ou parcial”.

Entretanto, devido às complexidades intrínsecas que acercam os empreendimentos de construção, via de regra, esse tipo de contrato dificilmente é executado dentro da totalidade dos parâmetros estabelecidos, propiciando desvios, necessidades de mudanças e potenciais litígios entre as partes.

A Gestão Contratual é a maneira mais adequada para que as partes garantam o cumprimento de todas as suas obrigações, exercendo os seus direitos e recebendo tudo a que se faz jus pelos serviços prestados e recebidos.

A gestão contratual aborda, o acompanhamento, o controle e a fiscalização da execução das obras, e se estende, desde a concepção do edital da licitação até a entrega e o recebimento integral do objeto contratado

Clique no link e baixe o e-book Gestão Contratual que sintetiza o escopo da Gestão Contratual em cada fase do Ciclo de Vida típico de um empreendimento de construção.

GESTÃO CONTRATUAL

Por:

Alonso Mazini Soler, Doutor em Engenharia de Produção POLI/USP, Professor da Pós Graduação do Insper, da FIA e da Plataforma LIT Saint Paul. Sócio da Schédio Engenharia Consultiva – alonso.soler@schedio.com.br

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O PAINEL DE INDICADORES GERENCIAIS DO EMPREENDIMENTO

agosto 5, 2018

O Painel de Indicadores Gerenciais (ou, dashboards) é uma componente fundamental de gestão dos empreendimentos de construção. Através da compilação de números, gráficos e cores dispostos em poucas telas de fácil manuseio e visualização, o gestor dispõe de uma visão consolidada periódica das informações de desempenho do seu empreendimento proporcionando subsídios concretos para a avaliação da situação atual e da tendência de desempenho futuro do empreendimento, subsidiando a tomada de decisões preventivas e corretivas compatíveis com os objetivos de sucesso de sua gestão.

Atualmente, mais do que a consideração de modismo tecnológico, o Painel de Indicadores Gerenciais representa um diferencial para as empresas de construção.

Indicadores de Desempenho

Os indicadores que compõem um painel refletem os interesses estratégicos e operacionais de desempenho que se almeja alcançar por um empreendimento e costumam ser agrupados sobre duas perspectivas: (a) Perspectiva de desempenho Físico, Econômico e Financeiro e, (b) Perspectiva de desempenho Estratégicos.

A tabela abaixo ilustra o agrupamento de alguns indicadores representativos em ambas as perspectivas:

Blog - Figura 1

A Identidade dos Indicadores de Desempenho

Para que possam ser coletados e analisados de forma comparativa periódica, cada um dos indicadores que compõe o Painel de Indicadores Gerenciais deve ser detalhado e normatizado. A Identidade do Indicador sintetiza sua descrição de forma padrão. A tabela abaixo ilustra a representação de uma dessas identidades:

Blog - Figura 2 a

Blog - Figura 2 b

Compromissos de Gestão

O Painel de Indicadores Gerenciais costuma ser utilizado, ainda, como fundamento principal, objetivo e transparente, do acompanhamento e cálculo dos compromissos e acordos de participação nos lucros e resultados, promovidos pela empresa de construção com a equipe gerencial do empreendimento, em contrapartida ao alcance dos resultados combinados.

Fortalecimento da Boa Governança

Em sintonia com a frase icônica de Deming “não se gerencia o que não se mede, não se mede o que não se define, não se define o que não se entende, e não há sucesso no que não se gerencia”, o Painel de Indicadores Gerenciais, devido à sua objetividade e transparência, representa o fortalecimento da boa governança e o retorno do empoderamento da competência e da eficiência profissional dos Gestores do empreendimento em substituição às manipulações obscuras realizadas na gestão dos contratos de construção.

Por:

Alonso Mazini Soler, Doutor em Engenharia de Produção POLI/USP, Professor da Pós Graduação do Insper, da FIA e da Plataforma LIT Saint Paul. Sócio da Schédio Engenharia Consultiva – alonso.soler@schedio.com.br

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